"Querido diário, pela segunda vez"
Hey!
Querido diário,
Querido diário,
Cá nos encontramos precisamente 1 ano depois, e naturalmente, houve tantas coisas que mudaram. Como sempre, não é verdade? Parece um clichê voltar a escrever-te passado tanto tempo, até porque nem sei por onde começar. Sabes, conquistei várias coisas, lutei por tudo aquilo que achei que tivesse de lutar e consequentemente também desisti de coisas e pessoas que, infelizmente, tive de desistir. Mas surpreendentemente, não me arrependo de absolutamente nada do que fiz. Fiz tudo o que achei que tivesse de fazer, fosse isso bom ou mau, e magoasse ou não as pessoas que me rodeiam. Tu sabes. As pessoas sabem. Eu não gosto de magoar os outros, ou pelo menos nunca fui esse tipo de pessoa. Mas com o tempo (e também pela experiência), aprendi que devo fazer tudo o que tiver de fazer custe o que custar, porque os outros também o fazem. Também me magoaram muitas vezes, e pior, magoaram-me pessoas por quem eu dava tudo. Talvez o problema fosse esse. Talvez o problema fosse eu. Nós damos tudo a pessoas que não nos dão nada, e precisamente quando achamos que estamos com as pessoas certas, alguém, por alguma razão, decide estragar. Mas sabes, querido diário, deixei para trás quem não me leva para a frente. Porque eu não quero pessoas que não me mostrem coisas novas. Sejam novas experiências, novas atitudes, novas perspetivas. Eu sou uma apaixonada pela vida, gosto de conhecer de tudo um pouco, e pessoas que não têm capacidade de entender outros pontos de vista diferentes dos deles mesmos, são pessoas mesquinhas (e muito sinceramente, ninguém quer esse tipo de pessoas). Mas depois de todas as coisas que aprendi, sinto que cresci muito, e estou tão orgulhosa de mim. Sabes o que também aprendi? Aprendi que devemos gostar de nós, devemos aceitar-nos tal como somos independentemente de tudo e sobretudo, devemos orgulhar-nos do que somos. Porque se nós não o fizermos, mais ninguém o fará. Primeiro nós mesmos, e depois os outros. Porque aconteça o que acontecer nós teremos sempre o mesmo corpo, a nossa forma própria de ver as coisas, mas nunca teremos sempre as mesmas pessoas. E por isso mesmo, devemos reger-nos através dos nossos princípios e não pelos princípios que os outros querem ou nos exigem. De uma forma generalizada, estou bem consciente de tudo o que sou e fiz. E estou tão bem com as pessoas que me rodeiam. O Mundo precisa de pessoas boas, porque pessoas boas proporcionam-nos boas experiências. Devemos sempre agradecer o que a vida nos dá, e eu agradeço por tudo, agradeço pela família que tenho que pode não ser a mais perfeita, pelos amigos maravilhosos que tenho e agradeço também pela magnifica pessoa que está comigo em tudo, que todos os dias me torna mais pura e me mostra o verdadeiro lado bom da vida, o amor. E eu amo. Amo mesmo muito. E amar é tão bom, é tão gratificante fazer alguém feliz.
Como sempre, espero que estejas orgulhoso com as minhas conquistas, querido diário, e voltamos a falar em breve.
Com carinho,
Brunzz.
Comentários
Postar um comentário